domingo, 5 de junho de 2011

Sobre os negros e sua situação atual



Falar sobre uma raça ser melhor que a outra é uma opinião meio arbitrária. Ora: as raças são melhores em DETERMINADAS SITUAÇÕES. O que existem são raças que são melhores adaptadas do que outras, para certos tipos de locais (e quando eu digo raça, leva-se em conta também cultura, costumes, e não só a genética, vista que estes também são fatores importantes). Mas deixe-me prosseguir.

No início dos tempos, já se percebe uma grande diferença entre negros e brancos: os atributos naturais. É óbvio perceber que os negros foram predispostos a serem mais forte, o que fez com que eles não sentissem a necessidade de modo a se organizarem entre si, visando a defesa mútua. Por outro lado, os brancos, sentido a necessidade de se protegerem, visto que não era tão privilegiados fisicamente quanto os negros (em sua maioria, oriundos da África), começaram a se organizarem. E foi daí que surgiu as sociedades brancas. E foi por isso que os negros, não precisando disso, continuaram a viver em pequenas vilas, em casas feitas de palha e barro.

E então, os brancos, vendo a importância da inteligência, continuaram com estudos, pesquisas, teorias, etc. E assim foi vendo a disparidade entre brancos e negros. Mas agora, atentemos para a realidade brasileira.



Os momentos de maior importância em relação á mistura de raças (pelo menos que me vêm a memória neste momento) são: a mestiçagem entre europeus e índios, que ocorreu no início da colonização; o contingente populacional negro provindo da África com o intuito de prover mão-de-obra escrava para o Brasil, e a imigração do início da República (como italianos, japoneses, dentre outros). Mas irei me atentar para o segundo caso, que é o mais alarmante em nossa sociedade atual.

Sim, seria burrice não notar a tragédia que ocorreu com os negros na época da escravidão: tanto para os negros, que saíram forçadamente de sua pátria-mãe para uma terra desconhecida, com o intuito de participarem de um sistema famigerado que os colocava em condições sub-humanas; tanto para os brancos, que criavam um sistema que, mesmo enriquecendo alguns no momento, era nocivo para o desenvolvimento econômico (e eu diria até cultural). Mas então, com o passar dos tempos, teve-se a abolição da escravatura, e então começou mais uma etapa nessa desavença entre raças.

O que aconteceu com os negros? Saíram de uma condição sub-humana para outra. Emigraram das fazendas e imigraram para as favelas. E então, formou-se núcleos negros que, infelizmente, encontraram seu lar num local que, posteriormente, incentiva uma cultura virada a uma espécie de sub-classe (visto que muitos dos negros dessas favelas sentem orgulho de viverem na marginalidade), que promove a criminalidade, a sexualidade exarcebada, o descompromisso com o resto da sociedade, dentre outros. E essa prática continua até os dias de hoje.

Também se faz necessário atentar para um dos grandes estigmas do século XX: o avanço de uma técnica de certos esquerdistas chamada "politicamente correto". Ou seja: ou você cumpre cegamente uma variadade de normas e regras impostas na sociedade (e que compõe a opinião dos indivíduos de modo a atuar sub-conscientemente, pela enorme exposição á mídia e ás más influências), ou você é expurgado totalmente da sociedade. Duvida disso? Pergunte a um negro se ele ter orgulho de sua raça: ele dirá que sim, porque tem que ter orgulho daquilo que ele é, e que faz questão de mostrar para todo mundo, e que todos tem que respeitar ele por isso, etc. Agora diga que você segue a ideologia nazista (assim como eu) e sofrerá uma enorme repressão.

E essa é a questão: com o passar dos tempos, aliando a necessidade que os negros sentiram de "lucrar" em terras estrangeiras com a contínua moda de ser "correto" e igual com todos, independente de "cor ou raça" (como se essas características diferenciassem entre si) acabaram fazendo com que os negros se ploriferassem (tando demograficamente como socialmente), incentivando seus atos, sua cultura, sua raça, enfim: tudo que eles tem a oferecer. Mas isso foi feito num lado principalmente negativo: cultura das favelas, os chamados "funkeiros", faveladas que são verdadeiras "fábricas de delinquentes", incentivo para com a sexualidade exarcebada e criminalidade. E o que temos? Uma pseudo-igualdade, aonde os negros podem fazer o que bem entenderem, com a desculpa de que são subjulgados e de quem eles estão certos, e quem está contra, errado. E nós, brancos, não podemos dizer nada, porque a sociedade sofreu uma lavagem cerebral intensa de modo a concordar com isso.

E é isso: por uma coisa que os negros sofreram a muito tempo atrás (e que já fora superada), acabou que os negros continuaram sua prática de se fazerem de "vítimas", enquanto nós temos que engolir isso piamente. E assim que a ditadura de minorias continua destruindo as bases do Brasil.

VIVA A RAÇA BRANCA! VIVA O ORGULHO BRANCO! ABAIXO AS COTAS E AOS PROGRAMAS E INSTITUIÇÕES ESTABELECIDOS APENAS PARA NEGROS! VIVA A IGUALDADE! ABAIXO A VITIMIZAÇÃO!

14/88!

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