Série de pequenos artigos que eu escrevi para alguns outros momentos (e que eu achei conveniente serem postados aqui).
"Qualquer governo é melhor que a ausência de governo. O despotismo, por pior que seja, é preferível ao mal maior da Anarquia, da violência civil generalizada, e do medo permanente da morte violenta." - Thomas Hobbes
Primeiramente, deve-se levar em conta a classificação de democracia, que é considerada como “um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos”, e da ditadura, que é considerada “regime onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita”. Segundamente, deve-se levar em conta o que é uma “boa” ditadura ou uma “má” democracia. Uma “má” democracia pretende designar uma democracia que prejudique o povo de alguma maneira (seja alterando a maneira usual pelo qual a população elege seus governadores, ou seja quando os governadores não atendem as necessidades da população). Além disso, uma “boa” ditadura designa uma ditadura aonde o povo seja beneficiado. Agora, voltemos ao primeiro ponto.
Primeiramente, deve-se levar em conta a classificação de democracia, que é considerada como “um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos”, e da ditadura, que é considerada “regime onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita”. Segundamente, deve-se levar em conta o que é uma “boa” ditadura ou uma “má” democracia. Uma “má” democracia pretende designar uma democracia que prejudique o povo de alguma maneira (seja alterando a maneira usual pelo qual a população elege seus governadores, ou seja quando os governadores não atendem as necessidades da população). Além disso, uma “boa” ditadura designa uma ditadura aonde o povo seja beneficiado. Agora, voltemos ao primeiro ponto.
Sendo a democracia considerada como um regime “do povo”, crê-se que, em teoria, essa seja a melhor forma de política que um governo possa aceitar. Porém, apenas em teoria, porque essa forma de governo apresenta bastantes pontos suscetíveis à falha. Primeiramente: o povo. Levando-se em conta a população que vota numa democracia, aonde a maior parte “votante” provém da população mais carente, é necessário desenvolver uma pequena idéia acerca da condição em que vivem essas pessoas – ou seja, de modo precário, debilitado. Sendo assim, levando em conta a grande debilidade em que vive essa população carente (ou seja, necessitando de uma boa infra-estrutura para com a saúde, educação, transporte, etc), e levando em conta a falta de ensino dessas massas, deve-se levar em conta que surge aí mais um ponto a ser discutido: a mudança. Ora: tendo essa população vivendo de modo debilitado, sofrido, aonde existem poucas alternativas de qualidade, muitas das vezes apenas o Estado parece ser a fonte das soluções. E aí que aparecem as várias “respostas” para com as falhas da democracia: o populismo e a demagogia. Sendo a primeira uma atitude de estabelecer vínculo emocional com a população, e sendo a segunda um termo pejorativo para identificar aquele que faz promessas sem cabimentos, grandes governantes que, sabendo da grande importância das massas mais carentes que fazem a diferença na hora de votar (já que todos os votos têm o mesmo peso), muitos se utilizam da democracia como um modo para iludir a população mais carente que, com as emoções alteradas e com a esperança incentivada, são utilizadas apenas como método de angariar votos para esses verdadeiros enganadores. Logo, esses governantes que foram primariamente elegidos pela população poderiam muito bem governar de modo “contra” (ou que não beneficie) a população, gerando uma “má” democracia.
Por outro lado, numa “boa” ditadura, tais práticas são menos suscetíveis de existirem, já que a população não terá acesso (ou terá um acesso limitado) para com o voto. De uma visão mais generalizada, parece um ponto negativo, mas após uma visão mais detalhada, percebe-se o verdadeiro “bem” extraído daí: como não é possível utilizar-se de tais atos vis existentes na democracia, não haverá como o candidato mentir para com o povo. Logo, numa “boa” ditadura, é mais fácil coibir tais atos, que, em suma, essa proibições serão criadas com intuito de ajudar o povo (já que evita-se que vários inescrupulosos mintam para a população). Sendo assim, numa “má” democracia a população estaria mais suscetível de ser enganada ou de votar de maneira errônea, o que não há como acontecer numa “boa” ditadura, já que, sendo “boa”, deve-se acreditar que o governante supremo governa em prol do povo, o que implica que o mesmo elegeria apenas aqueles que também governam para beneficiar a população.
Também se deve levar em conta outro ponto: burocracia. Atualmente, existem aproximadamente 600 políticos atuantes na democracia brasileira. Levando-se em conta a finalidade dos mesmos, de que é participar da vida política (ou seja, planejando leis, discutindo projetos, fiscalizando pelo bem da pátria, etc), já é de conhecimento geral da nação a demora que é para determinada “ação” ser concluída no mesmo. Exemplificando: quanto tempo demora para uma lei entrar em vigor, e como existe uma fiscalização ineficiente por parte do Estado. Ora: tendo que uma lei ou um projeto passar por a maior parte do Estado para depois entrar em vigor numa “má” democracia, deve-se levar em conta que numa “boa” ditadura o mesmo não tem a necessidade de acontecer, já que uma atitude mais “enérgica” do ditador pode acelerar essa e outras ações.
Antes de tudo, deve-se levar em conta de que, por mais que existe uma variedade de possibilidades de resultados de determinadas formas de governo, discutiu-se algumas diferenças entre uma “boa” ditadura – ou seja, um governo ditatorial aonde as qualidades positivas sobrepõem-se as negativas – e uma “má” democracia – no caso, um governo democrático aonde as qualidades negativas sobrepõem-se as positivas.
Levando em conta de que a população como um todo deve ser considerada nas ações dos governantes, e de que um governo é criado justamente para sanar quaisquer problema em relação a vida e a outros interesses da sociedade que vivem regulamentadas por um determinado Estado, finda-se a discussão levando em consideração que viver numa “boa” ditadura é, em grande parte dos aspectos, melhor do que viver em uma “má” democracia, já que, mesmo a democracia tendo uma maior participação popular, nesse determinado caso, considera-se de que a ditadura é mais beneficente com a sociedade como um todo, mesmo que com menor participação do povo.



