segunda-feira, 30 de maio de 2011

Contos da pseudo-democracia #3

"Uma má democracia é sempre preferível a uma boa ditadura?" 

Série de pequenos artigos que eu escrevi para alguns outros momentos (e que eu achei conveniente serem postados aqui).





"Qualquer governo é melhor que a ausência de governo. O despotismo, por pior que seja, é preferível ao mal maior da Anarquia, da violência civil generalizada, e do medo permanente da morte violenta." - Thomas Hobbes


Primeiramente, deve-se levar em conta a classificação de democracia, que é considerada como “um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos”, e da ditadura, que é considerada “regime  onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita”. Segundamente, deve-se levar em conta o que é uma “boa” ditadura ou uma “má” democracia. Uma “má” democracia pretende designar uma democracia que prejudique o povo de alguma maneira (seja alterando a maneira usual pelo qual a população elege seus governadores, ou seja quando os governadores não atendem as necessidades da população). Além disso, uma “boa” ditadura designa uma ditadura aonde o povo seja beneficiado. Agora, voltemos ao primeiro ponto.

Sendo a democracia considerada como um regime “do povo”, crê-se que, em teoria, essa seja a melhor forma de política que um governo possa aceitar. Porém, apenas em teoria, porque essa forma de governo apresenta bastantes pontos suscetíveis à falha. Primeiramente: o povo. Levando-se em conta a população que vota numa democracia, aonde a maior parte “votante” provém da população mais carente, é necessário desenvolver uma pequena idéia acerca da condição em que vivem essas pessoas – ou seja, de modo precário, debilitado. Sendo assim, levando em conta a grande debilidade em que vive essa população carente (ou seja, necessitando de uma boa infra-estrutura para com a saúde, educação, transporte, etc), e levando em conta a falta de ensino dessas massas, deve-se levar em conta que surge aí mais um ponto a ser discutido: a mudança. Ora: tendo essa população vivendo de modo debilitado, sofrido, aonde existem poucas alternativas de qualidade, muitas das vezes apenas o Estado parece ser a fonte das soluções. E aí que aparecem as várias “respostas” para com as falhas da democracia: o populismo e a demagogia. Sendo a primeira uma atitude de estabelecer vínculo emocional com a população, e sendo a segunda um termo pejorativo para identificar aquele que faz promessas sem cabimentos, grandes governantes que, sabendo da grande importância das massas mais carentes que fazem a diferença na hora de votar (já que todos os votos têm o mesmo peso), muitos se utilizam da democracia como um modo para iludir a população mais carente que, com as emoções alteradas e com a esperança incentivada, são utilizadas apenas como método de angariar votos para esses verdadeiros enganadores.  Logo, esses governantes que foram primariamente elegidos pela população poderiam muito bem governar de modo “contra” (ou que não beneficie) a população, gerando uma “má” democracia.

Por outro lado, numa “boa” ditadura, tais práticas são menos suscetíveis de existirem, já que a população não terá acesso (ou terá um acesso limitado) para com o voto. De uma visão mais generalizada, parece um ponto negativo, mas após uma visão mais detalhada, percebe-se o verdadeiro “bem” extraído daí: como não é possível utilizar-se de tais atos vis existentes na democracia, não haverá como o candidato mentir para com o povo. Logo, numa “boa” ditadura, é mais fácil coibir tais atos, que, em suma, essa proibições serão criadas com intuito de ajudar o povo (já que evita-se que vários inescrupulosos mintam para a população). Sendo assim, numa “má” democracia a população estaria mais suscetível de ser enganada ou de votar de maneira errônea, o que não há como acontecer numa “boa” ditadura, já que, sendo “boa”, deve-se acreditar que o governante supremo governa em prol do povo, o que implica que o mesmo elegeria apenas aqueles que também governam para beneficiar a população.

Também se deve levar em conta outro ponto: burocracia. Atualmente, existem aproximadamente 600 políticos atuantes na democracia brasileira. Levando-se em conta a finalidade dos mesmos, de que é participar da vida política (ou seja, planejando leis, discutindo projetos, fiscalizando pelo bem da pátria, etc), já é de conhecimento geral da nação a demora que é para determinada “ação” ser concluída no mesmo. Exemplificando: quanto tempo demora para uma lei entrar em vigor, e como existe uma fiscalização ineficiente por parte do Estado. Ora: tendo que uma lei ou um projeto passar por a maior parte do Estado para depois entrar em vigor numa “má” democracia, deve-se levar em conta que numa “boa” ditadura o mesmo não tem a necessidade de acontecer, já que uma atitude mais “enérgica” do ditador pode acelerar essa e outras ações.

Antes de tudo, deve-se levar em conta de que, por mais que existe uma variedade de possibilidades de resultados de determinadas formas de governo, discutiu-se algumas diferenças entre uma “boa” ditadura – ou seja, um governo ditatorial aonde as qualidades positivas sobrepõem-se as negativas – e uma “má” democracia – no caso, um governo democrático aonde as qualidades negativas sobrepõem-se as positivas.

Levando em conta de que a população como um todo deve ser considerada nas ações dos governantes, e de que um governo é criado justamente para sanar quaisquer problema em relação a vida e a outros interesses da sociedade que vivem regulamentadas por um determinado Estado, finda-se a discussão levando em consideração que viver numa “boa” ditadura é, em grande parte dos aspectos, melhor do que viver em uma “má” democracia, já que, mesmo a democracia tendo uma maior participação popular, nesse determinado caso, considera-se de que a ditadura é mais beneficente com a sociedade como um todo, mesmo que com menor participação do povo.

domingo, 29 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Passagem rápida

Estou postando apenas para promover o twitter @raposabranca1, e de que a data das postagens está errada. Obrigado.

Contos da pseudo-democracia #2



http://noticias.r7.com/brasil/noticias/gays-ganham-de-dez-a-zero-no-supremo-que-constrange-congresso-20110506.html

Nada contra os gays: se eles querem ter igualdade, que tenham. Igualdade é isso: ambos os grupos tem os mesmos direitos. Mas aí que mora o problema: essa votação não foi feita com o intuito de igualdade. Muito pelo contrário: é só um aviso em relação do que a ditadura gay está conseguindo no âmbito brasileiro. Porém, a maioria da população vai aplaudir essa notícia, dizendo que é um ato em prol do povo, de que o Brasil está no caminho para a igualdade, e todo o resto de discurso do tipo.

Porém, para aqueles que sabem da verdade, sobre como anda a "igualdade" no país, sabe que essa decisão foi feita para privilegiar APENAS os homossexuais. Já os héteros que, assim como os brancos, vão se tornando uma minoria sócio-política no Brasil. Não temos cotas, não temos universidade e escolas direcionadas apenas para brancos, estamos perdendo empregos, estamos perdendo os direitos, e estamos perdendo, sobretudo, a voz. Não podemos reclamar, não podemos dar a nossa opinião, e muito menos prezar pela nossa posição na sociedade: tudo que for contra os interesses da ditadura gay vai ser rotulado como: imoral, racista, nazista (como se isso fosse de todo ruim), anti-social, desumano, etc. E assim, a promiscuidade, a libertinagem, dentre outras coisas, vai ser incentivada, com o slogan de "igualdade sexual".

Lembrem-se de uma coisa: ser hétero ou homo é (pelo menos por enquanto) uma OPÇÃO SEXUAL. A medida que o movimento pró-ditadura gay continuar a se expandir, ser gay vai se tornar uma OBRIGAÇÃO SEXUAL. E tenho dito.

Heteros: aproveitemos nossos últimos dias de liberdade. Liberdade essa que vai ser suprimida em nome da Pseudo-Democracia.

Osama, o defunto expiatório



Começo a postagem de hoje com o link do seguinte artigo: http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=517

Para falar a verdade, o que o artigo revela é nada mais do que o óbvio: a morte de Bin Laden não aconteceu na data em que o governo dos EUA garante ter ocorrido. Caso você tenha alguma dúvida, e queira buscar a verdade, é só procurar, pois a verdade existe, mesmo que eles estejam tentando esconder ela. Argumentos como: Osama Bin Laden vem de uma família rica e poderosa, a família Bin Laden tem relações com o alto patamar do governo norte-americano, Bush teve um reunião com a família Bin Laden durante os eventos do 11/09 (e ainda por cima fretou um avião para que eles voltassem ao país de origem), além do fato de que o próprio Osama ajudou a CIA na época da Guerra Fria contra os soviéticos; tudo isso é só uma ponta do que se atualmente contra a "versão oficial" imposta pelos EUA.

Já se sabe que os Estados Unidos e Osama eram aliados, mas que houve uma quebra nessa aliança porque Bush precisava de um bode expiatório para fazer sua "Guerra ao Terror", que na verdade só beneficiava as indústrias bélicas, o governo e as petrolíferas multinacionais, como fizeram com o Iraque e o Sadam. Porém, agora vem uma pergunta: porque matar Osama? Simples: primeiro, que o governo Obama estava passando por uma crise de impopularidade, justamente a aproximadamente 1 ano de novas eleições, o que é uma "mão-na-roda", já que cresceu a reputação deste governo numa hora bastante importante. Segundo: porque essa história não poderia - e nem precisaria - continuar existindo. Perceba que aumentou e muito, nos últimos tempos, uma "onda" de protestos, revoltas e ações contra ditadores na área do Oriente Médio. Assim sendo, temos vários "candidatos" a bode expiatório do Ocidente, como o Kadhafi. Ou seja: tudo está sobre controle.

E enquanto isso, cidadãos ficam felizes, comemorando a "vitória" em relação a Guerra ao Terror, sendo que, na verdade, quem saiu ganhando foi o alto governo, já que a população vai voltar á uma era de medo, pois o governo precisa de terroristas que justifiquem os altos orçamentos, as invasões, o expansionismo territorial desenfreado e injustificável, além de diminuir a liberdade do povo, enquanto lucram como nunca lucraram antes.

OBS.: E da mesma maneira que Bin Laden poderia estar morto a muito tempo atrás, ele também pode estar vivo até agora, como é dito por alguns (o que não é improvável, já que ele poderia continuar a receber ajuda dos EUA, com toda a influência que ele tem ). Porém, eu acredito que isso seja meio difícil, já que isso teria como pré-requisito a aceitação de que "os EUA se enganaram", o que duvido muito que possa ocorrer.