sexta-feira, 1 de julho de 2011

Desvirilização

"Enfraquecimento dos valores de coragem e virilidade, em proveito de valores feministas, xenófilos, homófilos e humanitários.
A ideologia ocidental hegemónica executa esta desvirilização dos europeus, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados 'imigrantes'. A homofilia actual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espectacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.
Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os europeus encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma 'brutalidade fascista'. A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.
A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reacção contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos europeus face aos alógenos e o 'medo' patológico que sentem perante eles.
Além disso, a noção de 'virilidade' não deve em qualquer caso confundir-se com a de 'machismo' nem com a estúpida reivindicação de um qualquer 'privilégio social masculino'. No seu comportamento quotidiano, muitas mulheres se mostram mais 'viris' que alguns homens. A virilidade de um homem é a condição da sua manutenção na História."
(Guillaume Faye) 
 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Contos da pseudo-democracia #4



Atento a atenção de vocês para a seguinte notícia: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/06/pastoras-lesbicas-querem-fazer-evangelizacao-na-parada-gay-de-sp.html

Interessante ver que a voz de alguns homossexuais que aparentam ter alguma decência é afogada pelo verdadeiro mar de promíscuidade que se apresenta em nossa sociedade.

Não que eu tenha algo contra os homossexuais: opção sexual é uma coisa pessoal. O grande problema são os indivíduos que mantém uma atitude totalmente deplorável, tanto fisicamente (como roupas escandalosas e poses reprováveis) como moralmente (como os homos que incentivam atitudes que são totalmente imorais e desrespeitosas).

Concordo com o fato de que a parada gay de atualmente não condiz com a sua "finalidade" da teoria: ao invés de uma simples passeata que tem como propósito de incentivar a igualdade, o que temos atualmente é uma verdadeira amostra gratuita de todo o tipo de anormalidade que esse grupo pode apresentar. E, infelizmente, os organizadores da mesma estão felizes ao verem essas ações nocivas para a sociedade.

Além disso, esse casal de pastoras só está sendo noticiado pela mídia pelo simples fato de que servirá para justificar as ações da ditadura gay, que cresce exponencialmente a cada dia, da mesma forma que um câncer cresce dentro de um indivíduo, matando o mesmo pouco a pouco. E assim como um câncer, a ditadura gay vai a cada dia corroendo mais e mais as instituições morais que são responsáveis pelo bom funcionamento de nosso país.

ABAIXO A DITADURA GAY! ABAIXO A PROMISCUIDADE! VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO! 

domingo, 5 de junho de 2011

Os judeus sofreram mesmo na 2ª Guerra Mundial?


Judeus em campos de concentração nazista. Estão sofrendo? Acho que não.







Segue link de um ótimo arquivo em PDF falando as verdades dos "temidos" campos de concentração nazista. E quando eu digo a verdade, não é a verdade que os ganhadores da guerra, os comunistas e os sionistas insistem em dizer: é a verdade sobre como os nazistas eram pessoas honradas.

http://balder.org/judea/pdf/Vincent-Reynouard-Holocaust-And-What-They-Hide-From-You.pdf

Sobre os negros e sua situação atual



Falar sobre uma raça ser melhor que a outra é uma opinião meio arbitrária. Ora: as raças são melhores em DETERMINADAS SITUAÇÕES. O que existem são raças que são melhores adaptadas do que outras, para certos tipos de locais (e quando eu digo raça, leva-se em conta também cultura, costumes, e não só a genética, vista que estes também são fatores importantes). Mas deixe-me prosseguir.

No início dos tempos, já se percebe uma grande diferença entre negros e brancos: os atributos naturais. É óbvio perceber que os negros foram predispostos a serem mais forte, o que fez com que eles não sentissem a necessidade de modo a se organizarem entre si, visando a defesa mútua. Por outro lado, os brancos, sentido a necessidade de se protegerem, visto que não era tão privilegiados fisicamente quanto os negros (em sua maioria, oriundos da África), começaram a se organizarem. E foi daí que surgiu as sociedades brancas. E foi por isso que os negros, não precisando disso, continuaram a viver em pequenas vilas, em casas feitas de palha e barro.

E então, os brancos, vendo a importância da inteligência, continuaram com estudos, pesquisas, teorias, etc. E assim foi vendo a disparidade entre brancos e negros. Mas agora, atentemos para a realidade brasileira.



Os momentos de maior importância em relação á mistura de raças (pelo menos que me vêm a memória neste momento) são: a mestiçagem entre europeus e índios, que ocorreu no início da colonização; o contingente populacional negro provindo da África com o intuito de prover mão-de-obra escrava para o Brasil, e a imigração do início da República (como italianos, japoneses, dentre outros). Mas irei me atentar para o segundo caso, que é o mais alarmante em nossa sociedade atual.

Sim, seria burrice não notar a tragédia que ocorreu com os negros na época da escravidão: tanto para os negros, que saíram forçadamente de sua pátria-mãe para uma terra desconhecida, com o intuito de participarem de um sistema famigerado que os colocava em condições sub-humanas; tanto para os brancos, que criavam um sistema que, mesmo enriquecendo alguns no momento, era nocivo para o desenvolvimento econômico (e eu diria até cultural). Mas então, com o passar dos tempos, teve-se a abolição da escravatura, e então começou mais uma etapa nessa desavença entre raças.

O que aconteceu com os negros? Saíram de uma condição sub-humana para outra. Emigraram das fazendas e imigraram para as favelas. E então, formou-se núcleos negros que, infelizmente, encontraram seu lar num local que, posteriormente, incentiva uma cultura virada a uma espécie de sub-classe (visto que muitos dos negros dessas favelas sentem orgulho de viverem na marginalidade), que promove a criminalidade, a sexualidade exarcebada, o descompromisso com o resto da sociedade, dentre outros. E essa prática continua até os dias de hoje.

Também se faz necessário atentar para um dos grandes estigmas do século XX: o avanço de uma técnica de certos esquerdistas chamada "politicamente correto". Ou seja: ou você cumpre cegamente uma variadade de normas e regras impostas na sociedade (e que compõe a opinião dos indivíduos de modo a atuar sub-conscientemente, pela enorme exposição á mídia e ás más influências), ou você é expurgado totalmente da sociedade. Duvida disso? Pergunte a um negro se ele ter orgulho de sua raça: ele dirá que sim, porque tem que ter orgulho daquilo que ele é, e que faz questão de mostrar para todo mundo, e que todos tem que respeitar ele por isso, etc. Agora diga que você segue a ideologia nazista (assim como eu) e sofrerá uma enorme repressão.

E essa é a questão: com o passar dos tempos, aliando a necessidade que os negros sentiram de "lucrar" em terras estrangeiras com a contínua moda de ser "correto" e igual com todos, independente de "cor ou raça" (como se essas características diferenciassem entre si) acabaram fazendo com que os negros se ploriferassem (tando demograficamente como socialmente), incentivando seus atos, sua cultura, sua raça, enfim: tudo que eles tem a oferecer. Mas isso foi feito num lado principalmente negativo: cultura das favelas, os chamados "funkeiros", faveladas que são verdadeiras "fábricas de delinquentes", incentivo para com a sexualidade exarcebada e criminalidade. E o que temos? Uma pseudo-igualdade, aonde os negros podem fazer o que bem entenderem, com a desculpa de que são subjulgados e de quem eles estão certos, e quem está contra, errado. E nós, brancos, não podemos dizer nada, porque a sociedade sofreu uma lavagem cerebral intensa de modo a concordar com isso.

E é isso: por uma coisa que os negros sofreram a muito tempo atrás (e que já fora superada), acabou que os negros continuaram sua prática de se fazerem de "vítimas", enquanto nós temos que engolir isso piamente. E assim que a ditadura de minorias continua destruindo as bases do Brasil.

VIVA A RAÇA BRANCA! VIVA O ORGULHO BRANCO! ABAIXO AS COTAS E AOS PROGRAMAS E INSTITUIÇÕES ESTABELECIDOS APENAS PARA NEGROS! VIVA A IGUALDADE! ABAIXO A VITIMIZAÇÃO!

14/88!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Disparidades



Carta de um "americano" aos brasileiros:


“Caros amigos brasileiros e 'ricaços',

Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem.


Embora tenham água doce disponível, aproximadamente 25% da reserva mundial de água Doce está no Brasil.

Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente).

Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas Nucleares.

E por falar em petróleo...

Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool. Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado há vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90. Obs.: gasolina pura, sem mistura.

E por falar em carro...

Vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nós, nos EUA, pagamos R$ 20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil, e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%.


No Brasil vocês são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.


E já que falamos de impostos...


Eu não entendo porque vocês alegam serem pobres, se, afinal, vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral, com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando quatro meses por ano de seu suado trabalho.


De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha quatro meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.


Segue...

Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.

Aí no Brasil vocês pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nós pobres americanos pagamos POR ANO.

E por falar em pagamentos...

Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou R$ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, aí sim, eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!!!!!


Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre?


Aí no Brasil 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.

Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha?"


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Pois é. Infelizmente é essa a atual situação da minha querida pátria. E que venha o governo esquerdista com o seu "Bolsa-Miséria" e o "Kit Pró-Gay", com o seu discurso de "igualdade", sendo que na verdade apenas promovem a total destruição e desmoralização do Brasil.

Pobre Brasil, que tem uma das piores doenças do mundo: a Perca Total.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Contos da pseudo-democracia #3

"Uma má democracia é sempre preferível a uma boa ditadura?" 

Série de pequenos artigos que eu escrevi para alguns outros momentos (e que eu achei conveniente serem postados aqui).





"Qualquer governo é melhor que a ausência de governo. O despotismo, por pior que seja, é preferível ao mal maior da Anarquia, da violência civil generalizada, e do medo permanente da morte violenta." - Thomas Hobbes


Primeiramente, deve-se levar em conta a classificação de democracia, que é considerada como “um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos”, e da ditadura, que é considerada “regime  onde não há participação popular, ou que essa participação ocorre de maneira muito restrita”. Segundamente, deve-se levar em conta o que é uma “boa” ditadura ou uma “má” democracia. Uma “má” democracia pretende designar uma democracia que prejudique o povo de alguma maneira (seja alterando a maneira usual pelo qual a população elege seus governadores, ou seja quando os governadores não atendem as necessidades da população). Além disso, uma “boa” ditadura designa uma ditadura aonde o povo seja beneficiado. Agora, voltemos ao primeiro ponto.

Sendo a democracia considerada como um regime “do povo”, crê-se que, em teoria, essa seja a melhor forma de política que um governo possa aceitar. Porém, apenas em teoria, porque essa forma de governo apresenta bastantes pontos suscetíveis à falha. Primeiramente: o povo. Levando-se em conta a população que vota numa democracia, aonde a maior parte “votante” provém da população mais carente, é necessário desenvolver uma pequena idéia acerca da condição em que vivem essas pessoas – ou seja, de modo precário, debilitado. Sendo assim, levando em conta a grande debilidade em que vive essa população carente (ou seja, necessitando de uma boa infra-estrutura para com a saúde, educação, transporte, etc), e levando em conta a falta de ensino dessas massas, deve-se levar em conta que surge aí mais um ponto a ser discutido: a mudança. Ora: tendo essa população vivendo de modo debilitado, sofrido, aonde existem poucas alternativas de qualidade, muitas das vezes apenas o Estado parece ser a fonte das soluções. E aí que aparecem as várias “respostas” para com as falhas da democracia: o populismo e a demagogia. Sendo a primeira uma atitude de estabelecer vínculo emocional com a população, e sendo a segunda um termo pejorativo para identificar aquele que faz promessas sem cabimentos, grandes governantes que, sabendo da grande importância das massas mais carentes que fazem a diferença na hora de votar (já que todos os votos têm o mesmo peso), muitos se utilizam da democracia como um modo para iludir a população mais carente que, com as emoções alteradas e com a esperança incentivada, são utilizadas apenas como método de angariar votos para esses verdadeiros enganadores.  Logo, esses governantes que foram primariamente elegidos pela população poderiam muito bem governar de modo “contra” (ou que não beneficie) a população, gerando uma “má” democracia.

Por outro lado, numa “boa” ditadura, tais práticas são menos suscetíveis de existirem, já que a população não terá acesso (ou terá um acesso limitado) para com o voto. De uma visão mais generalizada, parece um ponto negativo, mas após uma visão mais detalhada, percebe-se o verdadeiro “bem” extraído daí: como não é possível utilizar-se de tais atos vis existentes na democracia, não haverá como o candidato mentir para com o povo. Logo, numa “boa” ditadura, é mais fácil coibir tais atos, que, em suma, essa proibições serão criadas com intuito de ajudar o povo (já que evita-se que vários inescrupulosos mintam para a população). Sendo assim, numa “má” democracia a população estaria mais suscetível de ser enganada ou de votar de maneira errônea, o que não há como acontecer numa “boa” ditadura, já que, sendo “boa”, deve-se acreditar que o governante supremo governa em prol do povo, o que implica que o mesmo elegeria apenas aqueles que também governam para beneficiar a população.

Também se deve levar em conta outro ponto: burocracia. Atualmente, existem aproximadamente 600 políticos atuantes na democracia brasileira. Levando-se em conta a finalidade dos mesmos, de que é participar da vida política (ou seja, planejando leis, discutindo projetos, fiscalizando pelo bem da pátria, etc), já é de conhecimento geral da nação a demora que é para determinada “ação” ser concluída no mesmo. Exemplificando: quanto tempo demora para uma lei entrar em vigor, e como existe uma fiscalização ineficiente por parte do Estado. Ora: tendo que uma lei ou um projeto passar por a maior parte do Estado para depois entrar em vigor numa “má” democracia, deve-se levar em conta que numa “boa” ditadura o mesmo não tem a necessidade de acontecer, já que uma atitude mais “enérgica” do ditador pode acelerar essa e outras ações.

Antes de tudo, deve-se levar em conta de que, por mais que existe uma variedade de possibilidades de resultados de determinadas formas de governo, discutiu-se algumas diferenças entre uma “boa” ditadura – ou seja, um governo ditatorial aonde as qualidades positivas sobrepõem-se as negativas – e uma “má” democracia – no caso, um governo democrático aonde as qualidades negativas sobrepõem-se as positivas.

Levando em conta de que a população como um todo deve ser considerada nas ações dos governantes, e de que um governo é criado justamente para sanar quaisquer problema em relação a vida e a outros interesses da sociedade que vivem regulamentadas por um determinado Estado, finda-se a discussão levando em consideração que viver numa “boa” ditadura é, em grande parte dos aspectos, melhor do que viver em uma “má” democracia, já que, mesmo a democracia tendo uma maior participação popular, nesse determinado caso, considera-se de que a ditadura é mais beneficente com a sociedade como um todo, mesmo que com menor participação do povo.

domingo, 29 de maio de 2011